segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CONHECER A CIDADE
CONHECER A CIDADE


A promoção de uma consciência crítica e de um conhecimento fundamentado das questões ligadas ao urbanismo e ao património arquitetónico constituem, nos nossos dias, um imperativo da cidadania.
A colaboração e ação transversal das bibliotecas escolares no desenvolvimento das literacias e no acesso ao conhecimento fazem delas um meio privilegiado para a inclusão destes saberes no âmbito educativo.
O projeto "Conhecer a Cidade" resulta de uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares e a Ordem dos Arquitetos, no intuito de promover a educação pela arquitetura, património, urbanismo e cidadania, junto de um público infantil e juvenil.
A inscrição das escolas/agrupamentos no projeto "Conhecer a Cidade" será realizada através dos Coordenadores Interconcelhios de Bibliotecas Escolares (CIBE). Esta inscrição irá acionar o processo de colaboração entre as escolas e a Rede de Bibliotecas Escolares e Ordem dos Arquitetos, que prestarão o apoio necessário.
Para o desenvolvimento do projeto serão disponibilizados diversos recursos e materiais.

Apresentação do projeto em: 

Materiais pedagógicos em:







quinta-feira, 22 de novembro de 2012


Vai ser inaugurada, no dia 28 de novembro, a Biblioteca Escolar do Centro Escolar Professor Abel Avelino, em Alpiarça e vai ser assinado o protocolo da Rede Concelhia de Bibliotecas, do concelho de Alpiarça.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

WORKSHOP: "Ser Voluntário na BE"

Realizou-se, na EB Mem Ramires, em Santarém, um workshop dirigido aos professores bibliotecários dos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Chamusca e Santarém, sobre "Ser Voluntário na Biblioteca Escolar"

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COMUNIDADES DE PRÁTICA
E
BIBLIOTECAS ESCOLARES

A RBE assinalou o “Dia da biblioteca escolar” com a publicação de “Comunidades de prática e bibliotecas escolares”, documento que aborda os princípios teóricos associados às comunidades de prática, perspetivando a sua rentabilização ao serviço das bibliotecas.

Documento disponível em:

RELATÓRIO SOBRE O ESTADO DA LITERACIA
 NA
UNIÃO EUROPEIA
O relatório sobre o estado da literacia na União Europeia apresentado em Portugal, na VI Conferência do PNL, pela Princesa Laurentien, que presidiu ao grupo de peritos responsável pela sua elaboração, em que participou Roberto Carneiro, tem agora uma síntese em língua portuguesa.

O relatório surgiu na sequência dos últimos resultados do Programa PISA e enquadra-se no contexto da estratégia Europa 2020 da UE, para cuja concretização, a literacia constitui uma questão chave.

O documento procura ser uma chamada de atenção para o problema da iliteracia, que afecta atualmente todos os países europeus, analisando a problemática que, no presente, envolve o domínio da literacia, a sua evolução face ao desenvolvimento das modernas tecnologias e à necessidade de repensar o tipo de competências necessárias no futuro, bem como as estratégias para a sua melhoria. Daí o título de capa da versão síntese portuguesa: Aja agora mesmo!

Entre as recomendações deste relatório, merece destaque o reconhecimento e reforço do papel das bibliotecas escolares no livre acesso à informação, aprendizagem e desenvolvimento da literacia, e a continuidade do apoio a este sector.

Portugal é um dos países referidos que mais progressos fez a nível do PISA, sendo dada ênfase, a este propósito, aos contributos do PNL, RBE e de outras iniciativas.
Documento disponível em:



domingo, 11 de novembro de 2012

SÓ O AMOR É REAL
 

"Para cada um de nós, existe alguma pessoa especial. Muitas vezes, existem duas, três, ou mesmo quatro. Todas vêm de gerações diferentes. Atravessam oceanos de tempos e profundidades celestiais para estarem conosco novamente. Vêm do outro lado do céu. Podem parecer diferentes, mas nosso coração as reconhece. Nosso coração as abrigou em braços em tempos antigos. Marchamos juntos nos exércitos de generais guerreiros que a História esqueceu,e vivemos com elas nas cavernas cobertas de areia dos Homens Antigos. Há entre eles e nós um laço eterno,que nunca nos deixa sós. A nossa mente pode interferir. "Eu não te conheço". Mas o coração sabe. Ele toma a nossa mão pela 'primeira' vez,e a lembrança daquele toque transcende o tempo e faz disparar uma corrente que percorre todos os átomos do nosso ser. Ela olha em nossos olhos e vemos um espírito que nos vem acompanhando há séculos. Há uma estranha sensação em nosso estômago

. Nossa pele se arrepia. Tudo o que existe fora desse momento perde a importância. Ele pode não nos reconhecer,muito embora tenhamos finalmente nos reencontrado,embora o conheçamos. Sentimos a ligação. Vemos o potencial,o futuro. Mas ele não o vê. Temores, racionalizações, problemas cobrem-lhe os olhos com um véu. Ele não permite que afastemos o véu. Choramos e sofremos,mas ele se vai. A 'natureza' tem seus caprichos. Quando os dois se reconhecem,nenhum vulcão é capaz de explodir com força igual. O reconhecimento do espírito pode ser imediato. Uma súbita sensação de familiaridade,de conhecer aquela pessoa em níveis mais profundos do que a mente consciente poderia alcançar. Em níveis geralmente reservados aos mais íntimos membros da família. Ou ainda mais profundos. Sabemos intuitivamente o que dizer,como ele vai reagir. Um sentimento de segurança e uma confiança muito maior do que se poderia atingir em apenas um dia,uma semana ou um mês. O reconhecimento da alma pode ser sutil e lento. Um despertar da consciência à medida em que o véu vai aos poucos levantando. Nem todos estão prontos para ver imediatamente. Há um ritmo nisto tudo, e a paciência pode ser necessária àquele que percebe primeiro. Um olhar, um sonho, uma lembrança, uma sensação podem fazer com que despertemos para a presença do espírito. O toque de suas mãos ou o beijo de seus lábios pode nos despertar e projetar-nos subitamente de volta à vida. O toque que nos desperta pode ser de um filho, de um pai, de uma mãe, de um irmão ou de um amigo leal. Ou pode ser da pessoa a quem amamos, que atravessa os séculos para nos beijar mais uma vez e lembrar-nos de que estamos juntos sempre, até o fim dos tempos."

 

In, Só o Amor é Real

 (Brian Weiss)