sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


Nelson Mandela
 


Demonstrou que existem indivíduos capazes de mudar o curso da história e, não só fazer o bem, como evitar o mal. Nelson Mandela demonstrou que a politica pode basear-se na negociação e na reconciliação e não na guerra, melhorando a vida de todos e não apenas de uma parte.
Mandela não é da África do Sul, é do mundo. No século XX, ninguém como ele simbolizou o “homem bom”.

Mandela não foi um político, foi um homem de Estado. Não foi calculista, foi visionário. Não foi rancoroso, foi magnânimo. Não foi mesquinho, foi altruísta. Não foi arrogante, foi humilde.



Há dois mil anos, Cícero, ele próprio um “homem bom”, identificou as qualidades de um líder: integridade, elegância, inteligência política, coragem, moderação e generosidade. Hoje desvalorizamos alguns destes atributos. Basta pensarmos como a moderação é muitas vezes vista como uma característica dos fracos. Ou elegância, tida como superficial. Já agora, o mestre Cícero destacava ainda mais dois requisitos: saber fazer a paz com honra e acreditar que “o compromisso é fundamental para conseguir resolver as coisas”. (...)

in: http://blogue.rbe.mec.pt/
 


 

João Carvalho Vaz ganha Grand Prix of the Golden Pen of Belgrade

 
 

Um dos quatro trabalhos premiados deste ilustrador. Os nossos Parabéns por mais este merecido prémio.

in: http://blogue.rbe.mec.pt/ 


 

Maria Velho Costa distinguida com Prémio da APE
 
 

Maria Velho da Costa, distinguida com o Prémio Vida Literária pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), tem "uma obra que revela um poder de criatividade e inovação porventura incomparáveis", diz o presidente desta instituição.
[...]
Referindo-se à bibliografia da escritora, o presidente da APE afirma que "em toda a sua diversidade nos dá conta de uma relação muito peculiar com a Língua Portuguesa, o trabalho da língua, a oficina e a construção naquilo que é algo, que é particularmente inconfundível na Língua Portuguesa".
Prémio Branquinho da Fonseca
 


O Prémio Branquinho da Fonseca foi atribuído às obras O Cotão Simão, da autoria de Ana Rita Rufino Faustino e O Primeiro País da Manhã, de Ricardo Gonçalves Dias. Os dois trabalhos acabaram ex-aequo e foram escolhidos de um conjunto de 16 obras candidatas na modalidade de literatura para a infância. O Júri deliberou, ainda, distinguir com uma Menção Honrosa O Vulcão Sopão, da autoria de Elisabete Catarino, pelo caráter didático e formativo da obra e pela sua atualidade temática. No que diz respeito à modalidade Juvenil, o Júri decidiu não atribuir o Prémio por considerar que, dos originais apresentados, nenhum atingiu o grau de exigência que se impôs desde que o Prémio foi instituído.
 

 
 
 
Ensinar e aprender com QI|Promethean Planet
 
 
 
 

A Rede de Bibliotecas Escolares e a Promethean Planet promovem o Projeto Ensinar e Aprender com Quadros Interativos – Competição de Flipcharts.
Com esta iniciativa, pretende-se que os docentes usem os quadros interativos com proficiência na sua atividade letiva, convidando-os a que criem um conjunto de flipcharts e os disponibilizem no repositório da Promethean Planet Portugal.
Para poder participar no Concurso da Promethean Planet Portugal/ RBE, cada docente deverá enviar para o repositório um mínimo de 5 flipcharts.
O Concurso é aberto aos docentes de todos os níveis de educação e ensino, com especial enfoque nos professores bibliotecários.
O prazo para apresentação dos recursos educativos elaborados decorre até 15 de março.
Serão atribuídos 3 prémios:
- 1º Prémio: uma maleta Promethean ActivExpression (versão 2).
- 2º Prémio: um Promethean ActiView AV322.
- 3º Prémio: um Promethean ActivSlate
Se necessitar de apoio, contacte o Coordenador Interconcelhio RBE da sua área.
Para mais informações consulte as Perguntas frequentes sobre o Projeto e os Termos e condições do concurso.




Amostras  para ler+

 

O projeto Amostras para ler+, resultante de uma iniciativa conjunta da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura, tem por finalidade promover a leitura pessoal e autónoma nas escolas.
O contacto com o livro e a prática continuada da leitura desde a infância são determinantes na ativação dos circuitos neuronais, indispensáveis à aprendizagem e à formação de leitores competentes.
Embora a leitura induzida pelo trabalho escolar seja muito importante, não se revela suficiente para que cada pessoa venha a atingir um elevado nível de literacia, sendo essencial que os docentes estimulem sistematicamente a leitura pessoal e autónoma.
Para concretizar este objetivo, é preciso dar oportunidade aos alunos de contactarem com a maior diversidade possível de obras, por forma a que cada um possa encontrar nos livros motivos de interesse e envolvimento, capazes de irem forjando o seu percurso individual enquanto leitores.
O projeto Amostras para ler+ procura responder a esta problemática, tendo como principais objetivos:
  • Criar momentos, na sala de aula, especificamente destinados a apoiar os alunos na escolha livre de obras para leitura pessoal e autónoma;
  • Incentivar a frequência da biblioteca escolar pelos alunos, bem como a requisição de livros e a multiplicação de experiências de leitura.
 


PISA 2012
 


 

O relatório do PISA 2012 (Programme for International Student Assessment ) revela a continuação da melhoria de desempenho dos alunos portugueses nas áreas da leitura, da matemática e das ciências, próximo do nível médio de resultados.

Em leitura, os alunos portugueses atingiram 488 pontos, sendo a média geral de 496 pontos; em matemática, obtiveram 487 pontos, face a uma média geral de 494 pontos e em ciências, alcançaram 489 pontos, tendo a média global sido de 501 pontos.

Apesar de não ainda não ter chegado ao valor médio da tabela, situado nos 500 pontos, este progresso não deixou de ser assinalado pelos relatores, que destacam que Portugal faz parte do grupo de países que apresenta uma melhoria mais consistente e significativa.

Desde o início da sua participação consecutiva neste estudo internacional, em 2003, os alunos portugueses subiram no score de resultados (annualised change) 2,8 pontos em matemática, 1,6 pontos em leitura e 2,5 pontos em ciências.

Portugal aumentou, entre 2003 e 2012, a proporção de alunos com níveis mais altos de proficiência em matemática e diminuiu, entre 2006 e 2012, a proporção de alunos com níveis mais baixos em ciências.

O PISA é um Programa internacional de avaliação dos alunos da responsabilidade da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), mediante o qual são testadas as competências dos alunos de 15 anos em leitura, matemática e ciências.

Mais de 510 mil estudantes realizaram provas para o PISA 2012, representando cerca de 28 milhões de alunos oriundos de 65 países, a nível mundial.